sexta-feira, 12 de março de 2010

Sugestões de desportos e actividade para deficientes visuais



Gostariamos de propor uma actividade para invisuais a realizar possivelmente no 3 periodo, na nossa escola.


Vamos sugerir algumas actividades possiveis de serem realizadas:


1- Ginástica "equilibrio, rolamentos, elementos de força, flexibilidade,"


2- Goalbaal


3- Atletismo " corrida de estafetas"


4- Lançamento da bola ao cesto


5- Equitação


6- Natação" percurso de equilibrio"


7- Orientação " percurso com numero exacto de passos, e com respostas a perguntas, para poder avançar e saber o numero de passos que pode avançar"




Orientações no relacionamento com pessoas cegas

1.trata as pessoas cegas como seres iguais. Elas estão sempre interessadas no que tu gostas de ver, ler, ouvir e falar.

2.procura não imitar a pessoa cega mais do que a própria cegueira faz, impedindo-a de realizar o que sabe, pode e deve fazer sozinha.

3.fala com as pessoas cegas em tom normal. O facto de não ver não significa que não ouça bem.

4.evita referir a cegueira como uma “desgraça”. Uma orientação adequada consegue reduzi-la à deficiência superada.

5.evita exclamar “maravilhoso”… “extraordinário”… ao ver a pessoa cega consultar o relógio, discar o telemóvel ou assinar o nome.

6.se conversares sobre a cegueira com quem não vê, usa a palavra “cego”, sem rodeios. Podes usar sem problemas a palavra “ver”, ela é percebida pela pessoa cega.

7. Oferece auxílio à pessoa cega que quer atravessar a rua ou necessita de orientação.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Orientação no relacionamento com pessoas cegas

As pessoas que estabelecem contato com portadores de deficiência visual, seja de forma ocasional ou regular, revelam-se de um modo geral inseguras sobre como agir diante das diferentes situações que possam ocorrer.


É importante, antes de tudo considerar que a convivência em qualquer nível ou dimensão, constitui tarefa complexa. Implica em negociações, concessões, acordos e ajustes. Não por outro motivo, todas as sociedades humanas, em qualquer tempo histórico, trataram de elaborar e implementar códigos de etiqueta, encarregados de dirigir harmoniosamente as relações, amenizando o confronto das diferenças, desafio constante na invenção do cotidiano.


01 - Não trate as pessoas cegas como seres diferentes somente porque não podem ver. Saiba que elas estão sempre interessadas no que você gosta de ver, de ler, de ouvir e falar.

02 - Não generalize aspectos positivos ou negativos de uma pessoa cega que você conheça, estendendo-os a outros cegos. Não se esqueça de que a natureza dotou a todos os seres de diferenças individuais mais ou menos acentuadas e de que os preconceitos se originam na generalização de qualidades, positivas ou negativas, consideradas particularmente.

03 - Procure não limitar a pessoa cega mais do que a própria cegueira o faz, impedindo-a de realizar o que sabe, pode e deve fazer sozinha.

04 - Não se dirija a uma pessoa cega chamando-a de "cego" ou "ceguinho"; é falta elementar de educação, podendo mesmo constituir ofensa, chamar alguém pela palavra designativa de sua deficiência sensorial, física, moral ou intelectual.

05 - Não fale com a pessoa cega como se fosse surda; o fato de não ver não significa que não ouça bem.

06 - Não se refira à cegueira como desgraça. Ela pode ser assim encarada logo após a perda da visão, mas, a orientação adequada consegue reduzi-la a deficiência superável, como acontece em muitos casos.

07 - Não diga que tem pena de pessoa cega, nem lhe mostre exagerada solidariedade. O que ela quer é ser tratada com igualdade.

08 - Não exclame "maravilhoso"... "extraordinário"... ao ver a pessoa cega consultar o relógio, discar o telefone ou assinar o nome.

09 - Não fale de "sexto sentido" nem de "compensação da natureza" - isso perpetua conceitos errôneo. O que há na pessoa cega é simples desenvolvimento de recursos mentais latentes em todas as criaturas.

10 - Não modifique a linguagem para evitar a palavra ver e substituí-la por ouvir. Conversando sobre a cegueira com quem não vê, use a palavra cego sem rodeios.

11 - Não deixe de oferecer auxílio à pessoa cega que esteja querendo atravessar a rua ou tomar condução. Ainda que seu oferecimento seja recusado ou mesmo mal recebido por algumas delas, esteja certo de que a maioria lhe agradecerá o gesto.

12 - Não suponha que a pessoa cega possa localizar a porta onde deseja entrar ou o lugar aonde queira ir, contando os passos.

13 - Não tenha constrangimento em receber ajuda, admitir colaboração ou aceitar gentilezas por parte de alguma pessoa cega. Tenha sempre em mente que a solidariedade humana deve ser praticada por todos e que ninguém é tão incapaz que não tenha algo para dar.

14 - Não se dirija à pessoa cega através de seu guia ou companheiro, admitindo assim que ela não tenha condição de compreendê-lo e de expressar-se.

15 - Não guie a pessoa cega empurando-a ou puxando-a pelo braço. Basta deixá-la segurar seu braço, que o movimento de seu corpo lhe dará a orientação de que precisa. Nas passagens estreitas, tome a frente e deixe-a segui-lo, mesmo com a mão em seu ombro.

16 - Quando passear com a pessoa cega que já estiver acompanhada, não a pegue pelo outro braço, nem lhe fique dando avisos. Deixe-a ser orientada só por quem a estiver guiando.

17 - Não carregue a pessoa cega ao ajudá-la a atravessar a rua, tomar condução, subir ou descer escadas. Basta guiá-la, pôr-lhe a mão no corrimão.

18 - Não pegue a pessoa cega pelos braços rodando com ela para pô-la na posição de sentar-se, empurrando-a depois para a cadeira. Basta pôr-lhe a mão no espaldar ou no braço da cadeira, que isso lhe indicará sua posição.

19 - Não guie a pessoa cega em diagonal ao atravessar em cruzamento. Isso pode fazê-la perder a orientação.

20 - Não diga apenas "à direita", "à esquerda", ao procurar orientar uma pessoa cega à distância. Muitos se enganam ao tomarem como referência a própria posição e não a da pessoa cega que caminha em sentido contrário ao seu.

21 - Não deixe portas e janelas entreabertas onde haja alguma pessoa cega. Conserve-as sempre fechadas ou bem encostadas à parede, quando abertas. A portas e janelas meio abertas costituem obstáculos muito perigosos para ela.

22 - Não deixe objetos no caminho por onde uma pessoa cega costuma passar.

23 - Não bata a porta do automóvel onde haja uma pessoa cega sem ter a certeza de que não lhe vai prender os dedos.

24 - Não deixe de se anunciar ao entrar no recinto onde haja pessoas cegas, isso auxilia a sua identificação.

25 - Não saia de repente quando estiver conversando com uma pessoa cega, principalmente se houver algo que a impeça de perceber seu afastamento. Ela pode dirigir-lhe a palavra e ver-se na situação desagradável de falar sozinha.

26 - Não deixe de apertar a mão de uma pessoa cega ao encontrá-la ou ao despedir-se dela. O aperto de mão substitui para ela o sorriso amável.

27 - Não perca seu tempo nem o da pessoa cega perguntando-lhe: "Sabe quem sou eu?"... "Veja se adivinha quem sou?". Identifique-se ao chegar.

28 - Não deixe de apresentar o seu visitante cego a todas as pessoas presentes, assim procedendo, você facilitará a integração dele ao grupo.

29 - Ao conduzir uma pessoa cega a um ambiente que lhe é desconhecido, oriente-a de modo que possa locomover-se sozinha.

30 - Não se constranja em alertar a pessoa cega quanto a qualquer incorreção no seu vestuário.

31 - Informe a pessoa cega com relação à posição dos alimentos colocados em seu prato.32 - Não encha a xícara ou o copo da pessoa cega até a beirada. Neste caso ela terá dificuldades em mantê-los equilibrados.

Alguns conselhos a quem convive com crianças com defeciência visual grave

Visão:

A visão é um dos sentidos que nos ajuda a compreender o mundo à nossa volta, ao mesmo tempo que nos dá significado para os objectos, conceitos e ideias.A comunicação por meio de imagens e elementos visuais relacionados é denominada "comunicação visual". Os humanos empregam-na desde o amanhecer dos tempos. Na realidade, ela é predadora de todas as linguagens escritas.


Deficiência Visual:

Deficiência visual é a perda ou redução da capacidade visual em ambos os olhos, com carácter definitivo, não sendo susceptível de ser melhorada ou corrigida com o uso de lentes e/ou tratamento clínico ou cirúrgico.De entre os deficientes visuais, podemos ainda distinguir os portadores de cegueira e os de visão subnormal.


Causas da Deficiência Visual:

• Congénitas: amaurose congénita de Leber, malformações oculares, glaucoma congénito, catarata congénita.

• Adquiridas: traumas oculares, catarata, degeneração senil de mácula, glaucoma, alterações relacionadas à hipertensão arterial ou diabetes.


Como identificar?

• Desvio de um dos olhos;

• Não seguimento visual de objectos;

• Não reconhecimento visual de pessoas ou objectos;

• Baixo aproveitamento escolar;

• Atraso de desenvolvimento.



Sinais de alerta:

• Olhos vermelhos, inflamados ou lacrimejantes;

• Pálpebras inchadas ou com pus nas pestanas;

• Esfregar os olhos com frequência;

• Fechar ou tapar um dos olhos, sacode a cabeça ou estende-a para a frente;

• Segura os objectos muito perto dos olhos;

• Inclina a cabeça para a frente ou para trás, pisca ou semicerra os olhos para ver os objectos que estão longe ou perto;

• Quando deixa cair objectos pequenos, precisa de tactear para os encontrar;

• Cansa-se facilmente ou distrai-se ao aplicar a vista muito tempo.



Consequências da :

Baixa VisãoPercepção Turva:

• Os contrastes são poucos perceptíveis;

• As distâncias são mal apreciadas;

• Existe uma má percepção do relevo;

• As cores são atenuadas.



Escotoma Central e Visão Periférica:

• Funciona apenas a retina periférica, que não é tão discriminativa, pelo que pode ser necessária a ampliação da letra para efeitos de leitura;

• É em geral impeditiva das actividades realizadas com proximidade dos restantes elementos ,bem como da leitura;

• Apresenta acuidade visual baixa (cerca de 1/10).



Visão Tubular:

• A retina central funciona, podendo a acuidade visual ser normal;

• A visão nocturna é reduzida, pois depende funcionalmente da retina periférica;

• Podendo não limitar a leitura, é muito limitativa das actividades de autonomia.








sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Como lidar com o aluno deficiente visual na sala de aula?

Deficiência Visual

Categoria que inclui pessoas cegas e pessoas com visão reduzida. Na definição pedagógica, a pessoa é cega, mesmo possuindo visão subnormal, quando necessita da instrução em braile; a pessoa com visão subnormal pode ler tipos impressos ampliados ou com auxílio de potentes recursos ópticos.

"Sentir às Escuras"

No dia 12 de Fevereiro de 2010, o curso tecnológico de desporto, organizou uma actividade no âmbito das disciplinas de organização e desenvolvimento desportivo e psicologia, com o objectivo de proporcionar aos alunos e professores da nossa escola uma experiência e vivência no mundo dos cegos.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Sistema Esquelético
O esqueleto humano tem como função principal sustentar e dar forma ao corpo, mas também proteger determinados órgãos vitais, como, por exemplo, o cérebro, que é protegido pelo crânio, e também os pulmões e o coração, que são protegidos pelas costelas e pelo esterno.
Os ossos do corpo humano variam de formato e tamanho, sendo o maior deles o fémur, que fica na coxa, e o menor o estribo que fica dentro do ouvido médio.
É nos ossos que se prendem os músculos, por intermédio dos tendões.
O esqueleto feminino difere um pouco do masculino, como, por exemplo, na pélvis, cujo formato favorece a saída de um bebé do ventre da mãe.
Fazem parte também do esqueleto humano, além dos ossos, os tendões, ligamentos e as cartilagens.
Funções em geral dos ossos incluem sustentação do corpo, locomoção, protecção dos órgãos vitais (como o coração, pulmão e encéfalo), produção de células sanguíneas e reserva de cálcio.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Sistema Muscular

Os Músculos e a Gordura!

  • Um músculo representa cerca de metade do seu peso 40%.

  • É o sistema mais importante do corpo humano.

  • São necessarios quinhentos músculos para activar o esqueleto e permitir todos os movimentos comandados pelo sistema nervoso.

  • Os neuro transmitores transmitem as informações às fibras musculares.

  • Os músculos em movimento consomem muito oxigénio.

  • Os músculos não são só aqueles que mexemos, existe também o músculo do figado, intestino, estômago, coração e vasos sanguineos.

  • Quando se esgotam as reservas de açúcar, para produzirmos energia, queimamos gordura.

  • O trabalho das plaquetas consiste em tornar a circulação mais fluida.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

conceitos mais importantes da disciplina de ODD

Actividade: Entende-se actividade humana como um sistema de acção que cada individuo executa num contexto social, tendo em vista um determinado fim.

Actividade fisica: Actividade fisica, sendo qualquer movimentação corporal produzida pela interligação entre a estrutura locometora e a estrutura perceptivel - cinética

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Objectivos e Finalidades da disciplina de ODD

Objectivos:

  • Idenficar e interpretar conceitos, do universo das actividades fisicas ou desportivas.
  • Compreender a importância das actividades fisicas ou desportivas, como factor de saúde, de cultura, quer na sua dimensão individual, quer social.
  • Dominar os procedimentos de planeamento e avaliação, nos projectos em que se insere, os elementos nucleares, e garantir a sua consecução atravéz de planos de concretização de actividades no âmbito das actividades fisicas e desportivas.
  • Secretariado relacionados com a organização de actividades fisicas.
  • Dominar conhecimentos caracteristicos da promoção da actividade fisica para populações especificas.
  • Dominar conhecimentos e competências relativos à gestão e manutenção dos recursos, materiais especificos das actividades fisicas.
  • Distinguir entidades privadas, administração pública e entidades privadas com funções públicas.
  • Iterpretar as caracteristicas de um clube desportivo, identificando os aspectos criticos do seu funcionamento.

Finalidades:

  • Promover a compreensão dos diferentes tipos de actividades fisicas como aspecto de cultura na sua diversidade.
  • Promover o dominio dos conhecimentos que permitem interpretar e intervir na dinâmica do contexto em fenomenos socias relacionados com as actividades fisicas, destacando os que conduzem a formas de associativismo.
  • Promover a aquisição de conhecimentos e competências que se constituam como Planeamento e Avaliação e à gestão de recursos materiais.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Bem vindos ao ABC do Desporto!!!

Somos do Curso Tecnológico de Desporto na Escola Básica e Secundaria José Relvas - Alpiarça

Todas as sextas-feiras estaremos aqui para actualizar o blogue

Espero que visitem a nossa página.